sábado, 21 de setembro de 2019

CAPELA SISTINA - VATICANO


   A história da capela começou com o Papa Sisto IV, quando ele decidiu construir uma nova capela (já existia a Capela Paolina) no Vaticano. O seu objetivo era sediar importantes cerimônias religiosas e é nela que é realizado o conclave para a escolha do Papa. Obviamente, em sua homenagem, a capela foi batizada como Sistina.
   Essa primeira Capela Sistina foi pintada por vários artistas famosos incluindo Boticelli, Pinturicchio, Perugino e Ghirlandaio. Ela foi consagrada em 1483. Nessa fase foram criados os painéis laterais que retratam o ciclo dedicado à vida de Moisés (Velho Testamento) e o ciclo dedicado à vida de Cristo (Novo Testamento). Entre as janelas também foram pintados 24 retratos de papas.


AS DUAS FASES DO TETO DA CAPELA SISTINA COM MICHELANGELO


    Michelangelo pintou a Capela Sistina em duas fases: primeiro o teto/abóbada e, décadas mais tarde, o Juízo Final.


   Em 1508, o ambiciosíssimo Papa Júlio II, o papa que começou a construção da nova Basílica de São Pedro, deu a Michelangelo a incumbência de projetar o seu túmulo  e pintar o teto da Capela Sistina. Ele  trabalhou de 1508 a 1513 na sua grande obra de arte.
    Em 1536, o Papa Clemente VII chamou Michelangelo para pintar uma parede que ficava atrás do altar da capela. Segundo a história da arte, o Juízo Final é o símbolo de uma época atormentada por guerras, inclusive o saque de Roma. Michelangelo terminou a pintura em 1541, aos 76 anos.


    A Capela Sistina fica dentro do Museu do Vaticano, ao lado da Praça São Pedro e da Basílica de São Pedro.


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